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17/07/2019
Exército começa a monitorar lobos solitários e favelas do Rio

Tropas do Exército no Complexo da Maré em 2014. Foto ABR

As ações dos movimentos sociais, políticos e do terrorismo internacional têm dia e lugar marcados, os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro. As atenções de todo o mundo, com a imprensa internacional já atenta e preparada para ‘O Não vai ter Golpe, Vai Ter Luta’ explodirá no colo da Forças Armadas em especial o Exército Brasileiro. Feito um bomba relógio que as autoridades não estão conseguindo desarmar.

Surge também no horizonte a possibilidade de juntar-se a estes pontos a “instabilidade institucional” forçada por elementos do altas esferas do Judiciário, junto com setores da imprensa e setores do grande capital, ainda vinculadas ao PT ou que seriam profundamente atingidas pelas investigações da Lava-Jato.

Esse cenário é o que as Forças Armadas e seu contingente, que será mobilizado, de 38 mil homens, terá que enfrentar nos jogos RIO2016. A preocupação com os ‘lobos solitários’ já foi maior. Segundo informações de fontes das Forças Armadas, alguns já foram identificados e estão sendo monitorados. As bases são favelas do Rio de Janeiro, que têm sido os locais preferidos por grande parte de turistas e vendidos no exterior como uma visitação exótica e para quem procura por emoção e diversão.

Uma coisa o Exército já sabe, o ISIS não foi bem sucedido em aliciar jovens brasileiros para os ataques preanunciados. Então o jeito está sendo importar mão de obra terrorista disposta a ações de alto risco, que expõem as suas vidas. No começo deste mês (Junho), 11 árabes vestidos a caráter, fizeram do vôo João Pessoa (PB) – São Paulo (SP) um verdadeiro teste de como espalhar o terror com falatório alto, trânsito intenso no corredor do avião, desrespeito aos pedidos das comissárias de bordo e ficar em grupos situados estrategicamente no fim, meio e começo do aparelho.

Alguns passageiros chegaram a pensar numa ação de assalto para imobilizar os árabes e reclamaram que o comandante da aeronave deveria ter descido no primeiro aeroporto e chamado a Policia Federal para intervir no caso. Um passageiros ouvidos pelo DefesaNet chegou a dizer que “não pensam que vão fazer aqui o que fizeram nos Estados Unidos, se tentassem alguma coisa nós íamos atacar todos eles com o que tivéssemos’.

O avião não pousou e o percurso até São Paulo foi feito sob imensa tensão, algo que se ampliará com a chegada dos jogos e o aumento de estrangeiros no país. “Estamos operando com ambientes urbanos de extrema dificuldade de se locomover e localizar os alvos, estamos usando robôs, equipamentos inteligentes e drones, além de armamentos ultrassofisticados”, disse a fonte militar. Os EUA estão ajudando nesta missão, pois o Brasil não teria condições plenas de operar contra “homens bombas” e ‘lobos solitários’, principalmente os “franco atiradores”.

Sob uma outra camada de nevoeiro difícil de se dissipar estão os movimentos de extrema esquerda, agora denominados de Exército Latino Americano

Fonte : DefesaNet

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